terça-feira, outubro 31, 2006

Os melhores uisques de acordo com o Whixxxskymeter do Cabelo


Fuckers, às vezes o Cabelo se dispõe a compartilhar suas experiências e discutir as coisas boas da vida. Falemos, portanto, de um tema bastante importante na existência de um homem sério e preocupado com a saude de seus nervos. Scotch whisky..
Quero aqui levantar uma saudável polemica sobre os usos terapêuticos dessa bebida secular e também relatar minhas opiniões sobre os variados tipos de maltes por aí fora.
Como sabem, o Brasil é um país tropical, onde a pinga é sua bebida titular, seguida da boa e velha cervejinha. Porém o anarquista e cético Cabelo é afeito a contravenções, e embora aprecie as bebidas supracitadas entre outras, prefere um bom uísque.
O afrescalhado Sucker dirá, enquanto limpa no olho esquerdo o jato de porra derramado pelo travesso namorado: "Mas Cabelo, uísque é forte!! Eu não gosto de uísque, porque não tem um gosto bom". Lamentavelmente, vez por outra, o degustador de um brand tem que ouvir tais tipos de infâmias. Pior que se lamuriar, sacrilégio consumado é, em realidade, um jovem ir a uma balada ou bar e pedir um Red Label e em seguida deliberadamente misturá-lo com guaraná, água tônica ou coca-cola. Acredito que um animal desse deveria ser açoitado e empalado.
Um homem sério, um seguidor de Clint, jamais mistura seu uísque com qualquer tipo de substancia, exceção permitida a gelo ou mesmo gelo de água de coco, uma verdadeira iguaria.
O nome whisky quer dizer "Água da Vida". Ele pode ser apreciado puro, na conhecida forma "cowboy" ou com gelo.
Quando o Cabelo tinha 6 anos e via em um velho VHS o estrondoso Estranho sem Nome o fodão Clint beber uísque como se estivesse tomando suco de laranja, já sabia que se tratava de uma bebida especial, destinada a grandes indivíduos. Ou já mais velho, lendo o espetacular comic book Preacher, viu como a marca Jack Daniels tinha participação fundamental na história recente da humanidade.
Enfim, é sabido até pelo mais saltitante sucker que os escoceses produzem o melhor uísque na praça. Vamos então, elencar, de acordo com os parciais julgamentos do Cabelo, os melhores. Nada mais natural, sendo Sean Connery um escocês, homenagear o velho fodão em mais um medidor de performance.

Veados, lhes presento o Whixxxskymeter, o salutar e definitivo índice de whiskies, pronunciado sob o inconfundível sotaque do velhão safado ex-James Bond:

- BLACK LABEL: O whisky que mais agrada ao Cabelo. Leve 12 anos, porém forte o suficiente para melhorar uma noite perdida. Excelente, beba sem parar, digno de 4 WM.

- BLUE LABEL: Sendo um mero assalariado contribuinte, o Cabelo nunca provou o supra-sumo das bebidas, feita de maltes selecionados, envelhecidos 21 anos. Irônico destino, pois Mussum, sóbrio amigo meu cujo único porre foi proporcionado por três cubas libres, teve a chance de bebê-lo em uma formatura e recusou. Pela fama: 5 WM.

- GREEN LABEL: A já célebre Coxa presenteou o Cabelo neste Natal com um exemplar deste 15 anos (junto ao box do Dirty Harry). Encorpado whisky, feito de puro malte. Recomendável tomar com cubos de gelo feitos com água de coco. 4 WM.

- GOLD LABEL: 18 anos, o bebi quando tinha exatamente essa idade em um esquenta clandestino no bar de um amigo, antes da balada. O Cabelo, cuja memória já não é a mais a mesma após o armazenamento de inúmeras informações inúteis como filmes e escalações de equipes de futebol, admite se recordar pouco do sabor. Mas era bom: 4 WM.

- RED LABEL: A Brahma dos uísques. Tem em qualquer lugar, a qualquer hora. Esse 8 anos é sinônimo de sucesso de vendas. Ideal para baladas, pelo preço. Mas não espere muito dele, dá uma puta ressaca se ingerido na modalidade cowboy. 3 WM.

- CHIVAS REGAL: Ótimo e competitivo 12 anos, ideal para leitura de livros e HQ´s do Frank Miller. 4 WM.

- ROYAL SALUTE: Um tio também barbudo do Cabelo acredita ser esse 21 anos um uísque melhor que o Blue Label. A conferir duplamente. Como esse meu tio parece entender das coisas, vai 5 WM.

- BALLA 12: Ideal para embalar um torneio de Major League Soccer no Winning Eleven. Uísque equilibrado, na medida certa. 3,75 WM.

- BALLA 8: Melhor que o Red, perfeito para churrasco ou pocker. 3 WM.

- J&B: Turbinado 8 anos, suave e adequado para o fim do dia, após uma extenuante jornada laboral. 3,75 WM.

- JACK DANIELS: O drink do velho oeste, feito de milho. Especialmente eficaz em uma noite de frio se tomado a la cowboy. Gelo não cai bem a esse mítico uísque. 4 WM.

- LOGAN 12: Scotch encorpado, acima da média. A garrafa lembra aqueles licores da sua mãe, mas beba sem medo. 3,75 WM.

- JAMESON: Esse é irlandês, um tanto quanto misturado, tem um sabor claramente industrial, mas é bom também (e dá uma puta ressaca). 3 WM.

- GRANTS: Apesar do nome, que remete àquelas porcarias nacionais, trata-se de um bom uísque, seja 8 ou 12 anos. O Cabelo recomenda.

Cuidado com tranqueiras como TEACHERS, NATU NOBILIS e OLD EIGHT. Só os tome em ultimo caso. Eles podem te matar.

O enrustido sucker pode desdenhar da lista acima, enquanto entorna seu curaçau blue paquerando outros enrustidos em uma boate gay, mas os Fuckers devem valorizar o esforço do Cabelo em trazer à tona a relevância de se beber um bom scotch nesses tempos insanos. Se disserem que faço apologia a bebidas, de antemão, já os mando à merda.

Espero que os Fuckers pensem nisso, provando bons uísques e comentando aqui, nesse blog sério, enquanto escutam boas musicas do The Who e Led Zeppelin.


Bom, fodam-se e que tenham boas ressacas.

sábado, outubro 28, 2006

Gennaro Gattuso



Fuckers, me impressiono com a disposição de Gennaro Gattuso, o pitbull italiano. Volante do AC Milan, de pouca técnica e habilidade, porém incrivel disciplina. Ele se assemelha nos trejeitos ao ator Harvey Keitel e ao Wolverine. Hoje assisti a Internazionale 4x3 Milan. Um dado momento do jogo, Gattuso discordou de uma marcação do bandeirinha (assistente é o caralho, bandeirinha) e o encarou de uma forma felina, um verdadeiro predador. O bandeirinha seguramente temeu por sua vida e a de seus familiares. Depois falam que o Edmundo é o animal. Mentira: ANIMAL é o Gattuso.
Conclamo os fuckers a escreverem um Gennaro Gattuso Facts.

terça-feira, outubro 24, 2006

Os Fodões

Fuckers, sou bastante conhecido por meus amigos por ser fã do Sylvester Stallone e Clint Eastwood. Escrachado pelo primeiro e respeitado pelo segundo, a bem da verdade.
De fato: Stallone tem defeitos crônicos, como a boca torta e a total inexpressão como ator. Mas mesmo com tais flagelos, o cara é mundialmente conhecido e não tem um puto nessa terra ou na outra que nunca tenha se emocionado ao vê-lo espancar o Mr. T em Rocky III ou detonar meio Vietnã com um arco e flecha em Rambo II - A Missão. Quem não se lembra da perseguição de automóvel no fenomenal Stallone Cobra? Ou das disputas de queda de braço em Falcão, O Campeão dos Campeões (uma alusão visionária à UEFA Champions League, eu diria)? Um grande fodão.

Já o Clint, do alto de seus 76 anos, é respeitadíssimo e garantia de boas películas. O Clint é foda em quase todos as esferas cinematográficas: é um ator eficiente, um diretor competente e ágil (ele sempre cumpre os prazos, sempre) e um realizador bastante econômico (ele sempre fica no budget, sempre!). Além disso, tem uma persona forte, carisma e o mais importante, mata todo mundo com muito estilo e destreza, seja em um western ou em um filme policial. O maior de todos os tempos dos fodões. O Clint quebra regras, não vou escrever uma resenha comentando sobre ele. Ele aparecerá em todas, portanto.

Já voltaremos a estes dois titãs, vamos antes percorrer na história os grandes action heros do cinema e criticar pretensos fodões.

Muitos efeminados Suckers não devem saber quem foi Steve McQueen. Pois lhes digo, veados: ele foi o precursor de toda uma gama de herois fodidões, quando nos anos 60, voou de moto no excepcional Fugindo do Inferno (1963), durante a dita fuga de um campo de concentração alemã; ele nos proporcionou um espetacular racha em Bullit (1968, creio eu); ele matou até dizer chega em Os Implacáveis (72); ele fugiu da merda de um prédio em chamas em O Inferno na Torre (74) e foi um dos Sete Homens e um Destino (1960).

Filme esse que trazia também outro fodão: Charles Bronson e seu inexpugnável Desejo de Matar (1974). Imaginem que Bronson nasceu em 1921, e tinha 53 anos quando fez esse filme. Imaginem um pacato arquiteto bigodudo dizimando meio Bronx ao saber que sua mulher e filha haviam sido mortas e estupradas. Uma senhora vendetta. Tudo bem, o velho Bronson fez muita merda por aí, como Dez Minutos para Morrer, que eu cansei de ver em um velho VHS aqui em casa quando tinha 7 anos, mas as continuações de Desejo de Matar foram espetaculares, especialmente a parte III, quando o velho bigode fazia uso de um lança foguetes no perímetro urbano.

Bronson também fez os Doze Condenados, puta filme, onde tínhamos também Lee Marvin, um líder natural, que poderia muito bem ser CEO de qualquer multinacional dado seus notórios exemplos de comando em situações adversas.

Marvin fez também o Homem que Matou o Facínora (chega de colocar datas, vocês que pesquisem) com John Wayne e James Stewart, filme esse por demais clássico em que até o Cabelo aqui admite se recordar muito pouco. Entretanto, nessa época, atores como Cary Grant, o próprio James Stewart, Gregory Peck, Burt Lancaster e outros "cowboys" faziam outros generos de filmes, hitchcokianos até, onde seus estigmas de action hero não eram devidamente cristalizados, e sim os de galãzinhos que dava bitoquitas na donzela antes de puxar o carro. Isso é uma injustiça, óbvio, porque todos os mencionados acima eram excelentes atores, especialmente o Leopardo Lancaster. Mas não eram plenamente fodões, que fique isso claro na cabeça do sucker que lê isso enquanto leva uma rabada.

Exceção feita a John Wayne, que matou mais índios que 500 caravelas espanholas. Tenho minhas ressalvas quanto ao ufanismo excessivo de John Wayne, mas admito que ele foi o bisavô do action hero tradicional, um fodão. Ainda mais sendo dirigido muitas vezes por John Ford. O alienado leitor sucker vai até confundir esse Ford com o do corcel rosa que dirige, mas tem certas coisas que nem o Cabelo consegue explanar. Foda-se, portanto.

Marlon Brando foi, a seu originalíssimo modo, um fodão. Quem viu a Face Oculta, de 1961, dirigido inclusive por Brando, sabe. Aliás, Fuckers, esse filme está sendo vendido em bancas de jornais por aí. Comprem um quando forem se servir de mais home videos pornôs.

James Dean, ao meu modo de ver, não foi um action hero, tampouco um fodão, em absoluto. O rebelde sem causa estava mais próximo de ser um enrustido que ser um fodão. E barbeiro, ainda por cima, tanto que enfiou o carro numa árvore e morreu.

Ernest Bornigne, Mastroianni, James Coburn, Christopher Lee e o carecão Yul Brynner foram semi-fodões. Eles ficaram devendo. Outros, como Dustin Hoffmann, nem tentaram.

Alguns fodões eram também comedores contumazes. Nessa lista estão Paul Newman e Robert Redford, que fizeram dois filmes que estão entre meus TOP 100: Butch Cassidy e Golpe de Mestre. Esse último em especial por conter cenas sagazes de pocker. O efeminado leitor sucker dirá que gosta de pocker porque assiste na ESPN e no SBT um bando de freiras domesticadas jogando. Eu recomendo a esse sucker que largue um pouco seu vibrador com esporas e assista a cenas emocionantes de pocker em Golpe de Mestre.

O maior fodão da linhagem comedor foi, sem dúvida, Sean Connery e seu violento e irônico James Bond. O Cabelo aprecia ironia, ainda mais britânica -- vide Monty Python e Mr Bean. O 007 de Connery matou e catou todo mundo nos anos 60 e inicio dos 70. Ora, quando sugeriram ao também carecão Connery uma fortuna em 1983 para reviver James Bond em "007 - Nunca Mais Outra Vez", uma apenas razoável refilmagem de "007 Contra a Chantagem Atômica" de 1965, ele retrucou imediatamente, em versão escocesa: "yexxx, I´ll do it, but only if you give me the chanxxxe to fuck Kim Baxxxinger". E assim foi. Alec Baldwin pegou a moça devidamente estreada por Sir Connery. Outro filme interessante de Sean, que inclusive eu gosto muito por tê-lo visto 17 vezes em outra fita VHS quando eu tinha 4 anos, foi o pouco conhecido Golpe de John Anderson, de Sidney Lumet, sim, aquele mesmo de Serpico e Rede de Intrigas. Sir Connery, mesmo com certa idade, pegou a Zeta Jones. Ele também provou ser o Wolverine do cinema ao levar uma puta rajada de metralhadora e ainda assim conseguir se arrastar pela casa toda em Os Intocáveis. Ele pegou a Michelle Pfeiffer também, em a Casa da Rússia. Velhinho safado como é, hoje em dia deve estar destruindo Glasgow sob o uso de viagras e vestindo suas meias anti-varizes.

Double-O Seven James Bond merece uma resenha inteira, não vou me alongar, mas garanto que Roger Moore foi um dos pioneiros da linhagem fantasiosa dos fodões. O que esse cara fez... não dá pra acreditar que em 1985, ele perseguiu bandidos subindo as escadas da Torre Eiffel com 58 anos. E na seqüência pegou a Tanya Roberts (a Shena, a Rainha da Selva da Sessão da Tarde, como deve se lembrar o punheteiro Fucker). Mas ele comeu e matou muita gente também, e é sabido que O Cabelo aprecia o esforço alheio.

Quem não virou fodão comedor foi o Warren Beatty. Ele fez o ótimo Bonnie & Clyde, do Arthur Penn e o Ladrão que Pega Ladrão, outro antigaço legal pra cacete que eu via em VHS quando tinha 6 anos. Mas... passou raspando, principalmente com filmes divertidinhos e de alta admiração pela comunidade sucker como O Céu Pode Esperar e Shampoo. Se bem que o Beatty comeu hollywood inteira fora das telas, e durante as filmagens lhe faltava disposição para ser um fodão na acepção da palavra. Paciência, não dá pra conseguir tudo.

Outro fodão,porém temperamental, foi James Caan, o Sonny Corleone no The Greatest (é assim que vou chamar a trilogia Chefão de hoje em diante). Nervosinho, brigão e também pegador. Ele não teve lá uma carreira brilhante, foi até bem discreta, mas eu destacaria Rollerball, a versão dos anos 70, do Norman Jewison. Um pequeno parênteses agora: alguém sabe se o Jewison morreu? Se algum Fucker souber, responda, por favor. Só para situar os frágeis Suckers: foi Jewison quem fez Jesus Cristo Super Star também, suas moçoilas lânguidas.

Voltando, creio que a tríade composta pelos extraterrestres Jack-Big Al-DeNiro provou definitivamente que se podia ser fodão e ser um ator fenomenal ao mesmo tempo. Não vou comentar os feitos da tríade aqui, pois isso não se faz, se assiste. Incluo entre os fodôes da linhagem Oscarizada Clint, Sir Connery, Brando, Kirk Douglas e Paul Newman. Deve haver outros, mas a ausência capilar prejudica a memória.

Porém os fodões que surgiram mais ou menos na mesma época da tríade não aprenderam bem a lição. Foram fodões, porém de razoável e mediano gabarito: Harrison Ford foi um fodão da linhagem fantástica, com seus Han Solo e Indiana Jones. E ele protagonizou Blade Runner, e por isso já merece admiração. Embora tenha caído na bichice ufanista interpretando Jack Ryan em três filmes. E parece que ele quer fazer um quarto Indiana, vejo isso categoricamente como a Síndrome de Roger Moore.

Outro dos fantásticos foi Roy Scheider, de Tubarão e Trovão Azul. Mediano, porem eficiente e humilde. Christopher Reeve foi um dia um fodão dessa linhagem antes de cair do cavalo, literalmente. Um cara que volta no tempo voando e é filho do Marlon Brando merece nossa atenção. Outro fodão da linhagem fantástica é Malcom McDowell, de Laranja Mecânica do incomparável Mestre Kubrick e o inspirador Calígula, filme esse bastante assistido pelo Cabelo aqui no auge dos meus 14 anos, por razões claramente óbvias. Ao sucker desavisado: não alugue, só contém cenas heterossexuais. Exceto por aquelas duas escravas que fogem para trás do coliseu e... bom, deixa pra lá. Vamos manter o nível, suas bichas.

Do mestre Kubrick também temos Spartacus, do fodão Kirk Douglas. Michael, seu filho, comeu a Sharon Stone, fez o bom Chuva negra do Ridley Scott, foi o sensacional Gordon Gekko em Wall Street numa época em que mega-investidor era ficção e teve seu Dia de Fúria. A cena em que ele espanca o chinês por não saber dizer o preço de uma coca-cola é bastante especial. Trata-se de um fodão, portanto. Também da linhagem Oscar. E também da linhagem comedora, entretanto de uma linhagem mais comedora por pura e espontânea pressão que pelas causas naturais que fazem um homem e uma mulher se encalacrarem, tanto que fez tratamento e tal. Mas Michael Douglas também pegou a baba do imparável Sir Connery, quando o velhote corrompeu a pobre Zeta Jones com seu scotch Buchannan 15 anos em Armadilha.

Da linhagem fantástica também podemos elencar o fodão oscarizado Charlton Heston, conhecido por Ben Hur e Planeta dos Macacos. Ele fez o ótimo Marca da Maldade, de Orson Welles, saibam ó incultos Suckers.

Da linhagem fantástica porém oscarizada, destaco Mel Gibson, surgido na Austrália pós-hecatombe nuclear como Mad Max. Confesso que, ao comprar o meu estonteante veículo negro Ozzy, me inspirei no Interceptor de Mad Max. Gibson foi também Martin Riggs, a Máquina Mortífera, personagem esse que rendeu quatro filmes, os quais orgulhosamente possuo em meu arquivo pessoal, inclusive pelas ótimas piadas. É notória a apreciação do Cabelo por boas piadas, ainda mais quando envolvem a filha de alguém, no caso Danny Glover. Esqueçam o Patriota, Paixão de Cristo, etc. Um dos últimos grandes filmes de Mel Gibson foi o Troco, pretensamente noir e bastante violento. Gibson se encaixa perfeitamente no perfil fodão, parcialmente comedor.

Filmes em parceria cuja idéia básica é a de um-cara-menos-fodão-que-se-junta-a-outro-mais-fodão-formando-uma-dupla-fodona-pra-caralho se propagaram essencialmente desde que Gene Hackman se juntou a Roy Scheider em Operação França, um thriller policial muito bom, também incluído na minha Top 100.

Creio que a temática policial tornou-se cool não só quando pipocaram filmes de parceria, mas também e principalmente por causa de filmes com um vingador solitário que arrasa todo mundo e faz justiça pelas próprias mãos (que nenhum sucker adolescente se empolgue com tal frase).

Foi então que o Duro de Matar Bruce Willis e outros análogos a ele como Burt Reynolds, Rutger Hauer, Dennis Hopper, Kurt Russell, Nick Nolte ganharam espaço nos holofotes, porém sem cativar inteiramente o grande público como Stallone e o Governador da Califórnia conseguiram. Porém os considero fodões, especialmente Willis, o Chacal.

Houve também parcerias de fodões no ramo da comédia, a dupla Trinity, formada por Bud Spencer e Terence Hill, ambos italianos com codinomes americanizados. Eles foram extensa e porcamente copiados por Renato Aragão e os Trapalhões. Reflexo do western spaguetti, tão difundido por Clint nos anos 60 com os filmes do Leone, e que também gerou fodões como Franco Nero e Giuliano Gemma.

Richard Gere, Jeff Bridges, Tom Hanks, Nicolas Cage, Dennis Quaid, Richard Dreyfuss, o Highlander Christophe Lambert, Val Kilmer e acima de todos, Kevin Costner e Antonio Banderas excursionaram pelo ramo policial com o claro objetivo de se tornarem fodões. Sem sucesso, felizmente para uns, caso do Forrest Gump Hanks e infelizmente para outros, como o falidaço Costner. Embora eu goste de alguns de seus filmes, especialmente Um Mundo Perfeito, que é do Clint, diga-se e explica-se de passagem. "Galãs" como Tom Cruise, Brad Pitt, Keanu Reeves e George Clooney também tentaram, mas tudo o que conseguiram foi vender pôsteres de divulgação nos floridos quartos dos suckers pelo mundo afora. Não importa o que os fãs do messiânico e enrustido Neo digam: quem era fodão ali era o Fishburne. E ponto.

Bom, para encurtar e agilizar a leitura do efeminado sucker que tem de responder no Messenger as provocações do namorado casado, gostaria de dizer que surgiram nos anos 70 e 80 outros fodões menos talentosos artisticamente, com pouca ou nenhuma aspiração dramática. Entenda-se por essa definição Chuck Norris, David Carradine, Bruce Lee, Arnold Schwarzenegger, Jean Claude Van Damme, Steven Seagal, Michael Dudikoff, Dolph Lundgren, Hulk Hogan, Michael Paré, e o próprio Stallone.

Tenho uma especial consideração por Chuck Norris, pela barba e pelos impagáveis Chuck Norris Facts que circulam a web. Os Fuckers mais atentos seguramente se recordam de Braddock, aproveitando a onda Rambo e seus dividendos. E claro, também de Comando Delta, em que Chuck atua ao lado de Lee Marvin, outra vez comandando a merda toda.

David Carradine hoje é conhecido por quase todos os fuckers por ser exatamente o Bill de Kill Bill. Mas um dia foi também o Kung Fu, personagem esse que foi retirado do lendário Bruce Lee, de longe o mais copiado dos fodões. Mais até que o Clint, Arnold e o Stallone juntos. Mas Bruce era realmente foda, o único pesar eram seus gritinhos aguos.

Schwarza possui vasta e densa filmografia fodona: os dois Conan, Comando para Matar, True Lies, Vingador do Futuro, Running Man - O Sobrevivente, Predador e os dois Exterminador do Futuro, além do clássico e um dos favoritos do meu amigo e também cinéfilo sujo Goose, Jogo Bruto. Arnold, assim como Stallone, vem fazendo muita merda nos últimos tempos, mas o antes acéfalo brutamontes agora discute cortes nos gastos públicos com o também acéfalo Bush filho. Ele não é o primeiro fodão a querer se meter em cargos no executivo: a imponente figura do Clint um dia ocupou a sala principal da prefeitura de uma cidadezinha no interior da California, da qual não lembro o nome. Mas seguramente deve ser um nome bem fucker.

Steven Seagal inspira respeito primeiramente por ser de fato um assassino qualificado fora das telas. Ele é faixa preta de tudo que é arte marcial, e pode realmente te dar um cacete enquanto arruma o rabo-de-cavalo. Nico, Acima da Lei e On Deadly Ground (cujo nome em inglês soa muitíssimo bem) são algumas de suas pérolas fodonas. Hoje ele é budista e deve ensinar os Dalai Lamas técnicas de como quebrar as pernas e mandíbulas das incautas que lhe recusarem paz e amor numa moitinha atrás do templo.

O pouco conhecido Michael Dudikoff fez o cult ninja movie the Last American Ninja, ou o Ultimo Guerreiro Americano (um dia falarei das célebres traduções brasileiras, é uma pior que a outra). Filmaço, um híbrido de Rambo e Bruce Lee. Vale a pena conferir. Eu vi 21 vezes em um velho VHS quando tinha 8 anos. Um fodão promissor, com potencial, mas que se perdeu no caminho.

Dolph Lundgren foi surrado por Stallone em Rocky IV, mas virou um fodão ao derrubar e matar Apollo em dois rounds, coisa que Balboa levou dois filmes para fazer. Ele fez também o razoável Red Scorpion (outro VHS) e foi o He-Man, que era fodão no desenho (embora nunca tenha traçado nem a Teela nem a Maligna) porém mais parecia um membro anabolizado da banda Poison no filme. Pena.

Hulk Hogan é uma figura mítica fodona com currículo pobre, quase inexistente. Mas o cara é fodão mais pela atitude agressiva e imponente do qualquer película poderia comprovar.

Michael Paré fez o bom Ruas de Fogo, do diretor Walter Hill, aquele mesmo de Warriors. Não sabe quem é? Foda-se.

Ojo! Cuidado Fuckers, pois em minha opinião surgiram enganações, como Lorenzo Lamas (se o Lambert não era fodão como o Highlander, por que esse puto seria?) e o Jackie Chan. Neste instante, quando sai de uma sauna gay, um sucker pergunta: “Mas Cabelo, o Jackie Chan luta bem demais!! E não usa dublê!!”. Em primeiro lugar, não usar dublê, vez ou outra, é sinal de comprometimento com o resultado do filme, mostra que o cara malhou, serve pra divulgar, etc. Mas sempre usar, na minha opinião, é sinal de pura e completa estupidez humana, ou chinesa, no caso. Porque dizem que os orientais vieram de outro mundo, pois os olhos puxados não são conseqüência de nenhuma evolução darwiniana. Mas não vou entrar em polêmica. Tenho amigos orientais e quero mais é que eles não me encham o saco porque chamei todos os ancestrais deles de aliens.
Mas voltando, em segundo lugar, o Jackie Chan, com aquele jeitinho esparvaiado, atrapalhadinho, que luta bem mas é bom moço, só me irrita. Reconheço que o baixinho briga pra caralho, porém não vou admiti-lo em minha lista de fodões.

Last, but not least, Stallone. Mas vou deixar pra comentar vida e obra desse gênio incompreendido uma outra hora, pois ambos suckers e fuckers devem estar cansados de ler todo esse monte de merda que eu escrevi acima e não darão a devida concentração que o astro merece. Mesmo por que, eu estou cansado de escrever. Teclados me enputecem, espero ansiosamente o dia em que poderei escrever via ondas cerebrais, deixando minhas mãos livres para acariciar minha linda Coxa ou segurar um copo de Chivas 12 anos, com bastante gelo.

segunda-feira, outubro 23, 2006

Fade to Black

Fuckers, uma questão que sempre surge na cabeça de uma pessoa séria como eu é: o que diabo aconteceu com os grandes cineastas dos anos 70?
Trata-se de um tema da mais alta relevancia, pois ajuda a entender o mecanismo da maquina Hollywood e também como o processo criativo pode ser vendido ou sufocado. Embora eu não vá explicar merda nenhuma dessas hoje, por pura preguiça e má vontade.

Me explico: embora eu tenha nascido na decada de 80 e aprecie bastante muitos filmes feitos nessa época, é impossivel disassociar bom cinema com os concebidos nos anos 70 e fim dos 60.
Estava eu esses dias conversando com meu bom amigo e cinéfilo Cashew, sobre a triste aurora de genios promissores dos anos revoucionarios do cinema americano, em uma fase pré-Blockbuster, pré-campanhas milionárias de marketing, pré-promoções estupidas em tudo que é produto, desde escova de dente até vibrador de sucker fã dos Senhor dos Anéis.

A começar pelo grande Francis Ford Coppola, mãe (porque o pai é o Mario Puzo) da mais fantastica saga jamais vista: O Poderoso Chefão. A inabalavel e envolvente narrativa dos tres filmes (sim, o terceiro detona muito filme por aí) foi obra de uma força criativa notavel. Em seguida Francis fez o tenso Apocalipse Now, um filme que foi bastante conturbado nas filmagens (o Dennis Hopper teve sei lá quantas overdoses, o Martin Sheen sofreu um infarto) mas cujo resultado final agrada muitissimo... "the horror, the horror"...
Entre um Chefão e outro, o cara fez A Conversação, um estudo sobre invasão de privacidade, filmaço com o Gene Hackman. Em seguida, Coppola fez alguns filmes razoaveis, que eu gosto, porém distantes do que sabemos que ele pode ou poderia render. Vidas sem Rumo, com uma trupe de futuros astros, Rumble Fish - O selvagem da Motocicleta, com o Matt Dillon e o Mickey Rourke, Peggy Sue, com a Kathleen Turner e o Nicolas Cage e nos anos 90, o Dracula, esse sim um filmeco. Coppola nos brindou depois com Jack, estrelado pelo Robin Williams, uma bomba sobre um garoto cujo envelhecimento era acelerado demais. Que merda...

Brian de Palma é um diretor talentosissimo, de uma técnica muito apurada e angulos surpreendentes. E ousado também. Puta filmografia, com Carrie - a Estranha, Vestida para Matar, Dublê de Corpo, Intocáveis, Fogueira das Vaidades, Um Tiro na Noite... e o meu favorito, o incomparável Scarface, com o Big Al em grande forma como Tony Montana. Mas foram as missões que foderam Brian de Palma. Duas na verdade: Missão Impossivel e Missão Marte. Mas sempre vem um sucker que diz "Mas Cabelo, eu gostei do Missão Impossivel!!". Eu também gostei, mas seriam filme pro Renny Harlin fazer, ou o John McTiernan. Não sabem quem são? Foda-se. Enfim, o De Palma se vendeu, prezados Fuckers. Agora um sucker tira o dedo do rabo e pergunta: "Mas o Femme Fatale é legal, Cabelo!!". Talvez pelos enquadramentos, pela atmosfera... mas a narrativa é confusa. Esse Dalia Negra que saiu agora, eu não vi-- mas o meu amigo Cashew viu, e me disse que sofre do mesmo problema.

Agora quem mais me enputece é o Martin Scorsese. Puta diretor competente, detalhista e com histórias boas pra contar. Vide Taxi Driver ("Are you talking to me??"), Caminhos Perigosos, Depois de Horas, Touro Indomavel (só inferior ao insuperável Rocky...), Os Bons Companheiros, Cassino, Cabo do Medo, O Rei da Comédia... e a Ultima Tentação de Cristo. Porra, um cara que faz um filme onde Jesus trepa e palita o dente não pode decidir fazer o Aviador, caralho. Nem Gangues de Nova York, onde, juro, quase dormi no cinema. Já mandei um e-mail pro DeNiro e pro Joe Pesci ajudarem o nanico e não tive resposta. Ainda. Mas o Jack está tentando, vamos ver...

Os anos 70 produziram gente muito boa, só para citar os ingleses e americanos, como Willian Friedkin (Operação França), Sidney Lumet (Um Dia de Cão, Serpico, O Golpe de John Anderson), John Schelesinger (Perdidos na Noite, Maratona da Morte), Ridely Scott (Alien, Blade Runner), Don Siegel (alcatraz, Dirty Harry), Clint Eastwood e Steven Spielberg. Sem mencionar Kubrick, Peckimpah e Polanski. Quanto ao barbudo George Lucas, ele nunca foi bom diretor pra mim, é mais um entertainer... escreve histórias confusas, com personagens rasos, porém de fácil identificação com o grande público. Um genio à sua maneira, enfim. Uma máquina de gerar royalties. Que qualquer sucker com a espada do Luke enterrada na biola que conteste.

Um dia desses falo da nova geração; muita gente me agrada (Spike Lee, Soderberg, Tarantino, Tim Burton, entre outros), mas poucos tem a gana de fazer filmes intimistas e que tragam reflexões como essa turma trazia em sua boa fase.

Bom, que se dane, hoje em dia o que eu gosto mesmo é de PlayStation II.

domingo, outubro 22, 2006

Porky´s - O Retorno

Fuckers, um dos filmes mais inspiradores que vi na infancia foi a trilogia Porky´s.

Estou agora em campanha para que um quarto filme seja feito. Ajudem com verba e colocando em seus nicknames no Orkut e MSN os dizeres " Porky´s - O Retorno". Uma hora alguem vai se interessar. Vamos recuperar esse clássico.

Alguns Suckers vão preferir continuações do enfadonho Senhor dos Anéis, mas não deixem. Aquilo é uma grande merda.

Manifesto Espanhol seguido de maldição

Fuckers, gostaria somente de manisfestar minha imensa insatisfação com as redes a cabo de esporte que decidiram COBRAR dos telespectadores as transmissões dos jogos do Real Madrid e Barcelona. Com isso somos privados de ver Raul Bravo, Motta, Guti e Gudjohnsen em ação.

Estou realmente puto e acho que isso não se faz.

Que chagas horrendas pairem sobre as genitálias de toda a prole por vir dos estupidos suckers que decidiram fazer isso.

Não tenho nada mais a dizer.

terça-feira, outubro 17, 2006

Doriva? Paulo Sergio? Gonçalves? Zé Carlos? Os escrotos que já foram a Copas do Mundo passear de acordo com o Zidanemeter do Cabelo

Fuckers, existem coisas nesse mundo que eu não entendo. De verdade, não entendo por que a embalagem do Yakult é tão pequena. Não entendo por que as pessoas limpam a bunda sentadas. Não entendo como um cego sabe que terminou de se limpar, como ele faz? Não entendo por que quadrinhos ainda são considerados coisa de criança e tem a péssima alcunha de gibi. Não entendo por que meus cabelos caem sendo que meu pai tem cabelo pra caralho. Pra caralho não, mas ele tem. E por que eu não?
Não entendo por que todo mundo prefere o insosso e cansativo Senhor dos Anéis e não o Conan, o Bárbaro (que aliás surgiu antes do Senhor dos Anéis, o famigerado Tolkien admitiu diversas vezes ter se inspirado na obra do Robert E. Howard. Mas outro dia falamos nisso). Não entendo o funcionamento do sistema previdenciário brasileiro. E do judiciário. E do administrativo. Não consigo entender por que caralho as mulheres tem TPM tão aguda e ainda por cima, nós homens temos que entender. Falando em mulheres, não entendo por que elas queimaram sutiãs nos anos 60 em prol de uma revolução para chegarem ao novo milênio procurando a felicidade em homens que só peidam e arrotam (eu sou um deles). Não entendo por que o Stallone não tem um Oscar (de verdade, o cara merece! Mas ainda vou falar disso outro dia). Não entendo por que Chicago ganhou Oscars, aquela merda de filme. Muito menos, por que Shakespeare Apaixonado ganhou, quase pior. Desculpem, mas não entendo por que as pessoas assistem novelas regularmente e não entendo por que as novelas ditam os rumos do país, sejam eles politicos ou comportamentais.

Na verdade, tem uma caralhada de coisas que eu não entendo, e umas das mais inquietantes se refere a listas. Listas de jogadores de futebol para uma Copa.
Fuckers, vamos revisar a lista do time tetra campeão de 1994, dando notas, de zero a cinco, para conjunto da obra/carreira, técnica/habilidade e vigor/força. Essa métrica chama-se Zidanemeter e eu acabei de inventar. Exemplo: Ronaldinho (carreira 4; técnica 5; vigor 3). Ou seja, o cara é fodido. Agora se fosse o Célio Silva, seria assim: (carreira 2; técnica 1; vigor 5). Ou seja, um cara fortão, troncudão, grossão. Um merda que certamente ganhou mais grana que muito cara formado e esforçado, mas o bicho chutava forte, então... a massa perdoa. Mas aí sempre vem um Sucker (que é como eu defino quem discorda de mim) perguntar: "Mas Cabelo, isso é rotular, e nos ensinaram que rotular magoa, é feio!!" De fato, rotular todo mundo não é legal, mas eu particularmente acho que rotular ás vezes é bom, vide as diferenças entre um Red Label e um Black Label. Não entendeu? Foda-se.

Bom vamos à lista:
1 - Taffarel (3;2;3)
2 - Jorginho (3;3;3)
3 - Ricardo Rocha (3;3;3)
4 - Ronaldão (2;1;5)
5 - M. Silva (3;2;4)
6 - Branco (3;3;2)
7 - Bebeto (4;4;2)
8 - Dunga (4;2;4)
9 - Zinho (4;3;3)
10 - Raí (4;4;3)
11 - Romário (4;5;2)
12 - Zetti (4;2;3)
13 - Aldair (4;3;3)
14 - Cafu (5;3;5)
15 - M. Santos (3;2;3)
16 - Leonardo (4;4;2)
17 - Mazinho (3;3;3)
18 - Paulo Sergio (3;3;4)
19 - Muller (4;5;3)
20 - Ronaldo (4;5;2)
21 - Viola (2;3;4)
22 - Gilmar (2;2;3)

E a defesa dos caras tinha Baresi (5;4;3), Maldini (5;4;4) e Costacurta (4;2;4)... com Albertini (4;3;2) e Donadoni (4;3;3) no meio...
Enfim, reparem nos putos que eu grifei: Ronaldão e Paulo Sérgio. Me digam queridos Fuckers, o que esses dois caras foram fazer nos EUA? Por que o Antonio Carlos, do odiado porém respeitado Palmeiras, não foi chamado quando cortaram o bom Ricardo Gomes (3;3;3) por contusão? Tinhamos também o Julio Cesar (3;3;4), titular em 86, em boa fase na Juve de Turim...
E quanto ao Paulo Sérgio, meia-atacante apenas veloz e voluntarioso de mediana habilidade que naquele ano foi artilheiro da Bundesliga pelo Leverskusen? Eu me lembro de um amistoso contra o Uruguai em 1992 em que o PS entrou e fez um gol. Na época, o Brasil jogava ainda com o Luis Henrique (2;3;2) no meio, o Elivélton (2;3;1) no ataque e nem Romário nem Dunga faziam parte dos planos. Eu acredito fortemente que o Paulo Sérgio foi chamado por ser o único atleta de cristo (desculpe Fuckers, sou ateu e não escrevo o nome de deus em letras maiusculas) que estava inteirado sobre o hit parada gospel. Daí o Muller, o Taffa e o Jorginho encheram o saco do "professor" e o Paulo Sergio foi chamado. Só pode ser isso. Por que não chamaram o Edmundo (4;4;3) ou o Edilson (3;4;2), do mesmo odiado porém respeitado Palmeiras?
Fuckers, recordem: O Raí, que foi genial em 1992, na Copa já estava antevendo que sua filha adolescente seria comida e que se tornaria avô. O cara só escorregava e irritava todo mundo. O PS entrou, portanto. Daí o Parreira e o Zagallo se tocaram da grande bosta que fizeram. Era claro, cristalino, ó Fuckers, que o bicho não ia jogar porra nenhuma. Quem virou titular então? O ex-lateral e volante Mazinho, um jogador técnico e eficiente, concordo. Mas não para ser titular do Brasil na armação das jogadas em uma merda de Copa do Mundo, porra!!!!!!!

A coisa só piora: em 1998, tivemos o espetacularmente ruim Doriva (2;1;3) em nosso time nacional. Pior que o Doriva, só o zagueiro Gonçalves (quem??), na época com 32 anos e mais lento que nunca. O cara era tão ruim que não merece ser submetido ao Zidanemeter. Naquela Copa tivemos ainda o genial imitador de galos Zé Carlos (1;2;3), lateral direito que ninguem achava que teria chance de jogar, mas jogou. O eterno Cafu tomou amarelo contra a Dinamarca e aquele merdinha jogou. Contra a Holanda. Contra o Overmars (3;3;3), um ponta rápido pra cacete. Boa Zagallo, quase nos fodemos com esse bibelô do Esporte Espetacular (que adorava colocar esse pobre coitado imitando galo todo final de semana). Aliás, na época, o pitbull também careca Emerson foi convocado sem que nem o Silvio Lancelotti e o PVC soubessem que existia. Saibam, ó Fuckers desinformados, que o Emerson jogava antes daquela Copa no Gremio (bem discretamente, o Arilson e o Carlos Miguel o ofuscavam) e de alguma forma o Zagallo Formol achou que deveria levá-lo. Achou certo, pois depois o Emerson até que mostrou algum valor e o fato da outra referencia de volante na época ser o Doriva o ajudou.

Tem coisas que eu realmente não entendo.

Agora tô ficando de saco cheio de escrever, chega.

Depois eu volto.

Welcome Motherfuckers


Bem vindos ao meu blog! Não, essa foi gay...
Bem vindo à essa merda! Agora sim...

Tive essa idéia de criar um blog pra mim há dois dias, e me pareceu bem interessante escrever todo e qualquer tipo de absurdo e ainda por cima ser lido. Não que eu precise de atenção constante ou seja tímido, não, eu não sou esse tipo de viadinho. Mas como eu não canto, não danço, não toco guitarra e não sei fazer muitas embaixadinhas resolvi chamar a atenção de alguma maneira e parlar.

Bom, o negócio é o seguinte: criei essa porra para falar das coisas que eu gosto, meus hobbies, disseminar minha fúria e às vezes tentar falar algo inteligente.

Aqui, vocês encontrarão meu estupido ponto de vista sobre cinema, quadrinhos (não gibis, quadrinhos!!), futebol, uísques, problemas cotidianos e dilemas capilares.

Enfim, pode ser que muita gente não entenda ou não concorde com porra nenhuma do que vou falar, mas eu quero se foda. Vou escrever e pronto. Isso porque tem muita gente chata por aí. Gente sem graça, sem sal, pentelha e que ainda por cima gosta de novela e do Video Show (o pior programa da TV mundial). Só a musiquinha daquela merda já me irrita. Pior que o Video Show só programa do Avallone.

Vamo lá então, sejam bem vindos seus pederastas!!